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Artigo: Inteligencia Emocional no Idoso


 (Fonte: Rede Latino-Americana de Gerontologia (RLG) – www.gerontologia.org  - Informaciones. Autor: José Luiz Isern de Arce – Universidade do Bio-bio - Chillán – Chile – Novembro de 1999). Documento encontrado no google em word: preservar direitos de autoria.


INTELIGÊNCIA EMOCIONAL NO IDOSO – AVANÇOS E DESAFIOS

 

As expectativas de mais anos de vida da população em muitos paises estão aumentando há bastante tempo. O Chile também se encontra nessa situação e com os índices de natalidade seguem ordem inversa, acontece que somos um dos países da América Latina com maior índice de envelhecimento. O aumento da expectativa de vida ocasionou que a media dos anos de aposentadoria da sua população seja de igual extensão ao de período formativo e educativo pré-laboratorial.

Em outras palavras: o período de aposentadoria é de similar duração do tempo que a pessoa ocupou em sua juventude para formar-se antes de começar a trabalhar. Esta realidade do crescimento constante do número de idosos e da diminuição do número de jovens e crianças já bem preocupando os estudiosos há muito tempo. A pirâmide das idades se encontra totalmente invertida em vários países do mundo.

Talvez essa seja uma das razões pela qual, de alguns anos para cá, estão se realizando numerosos estudos interdisciplinares dedicados ao envelhecimento. A preocupação pelos idosos e seu estilo de vida na sociedade cambiante de nossos dias, é preocupação de instituições governamentais, ONGs, universidades e de outros grupos privados de diferentes orientações.

Nosso seminário destes dias é e também uma amostra do que vimos afirmando. O título: A terceira idade no terceiro milênio, um desafio para todos, indica b em a dimensão de nossas preocupações. O presente trabalho consiste numa pequena reflexão sobre a realidade psicológica do idoso (hoje se falta em terceira ou quarta idade) e pretende entregar algumas pistas acerca do desenvolvimento integral das pessoas compreendidas nessa idade que engloba um amplo espaço cronológico.

IDOSO E AUTO ESTIMA

Numerosos idosos chegam à idade da aposentadoria se sentindo na plenitude para realização de suas ocupações. Freqüentemente nos encontramos com pessoas de idade avançada que estão totalmente em forma, totalmente ativas, lúcidas, cheias de iniciativas e planos de trabalho. Muitos homens e mulheres intelectuais, literatos, escritores, investigadores, políticos, homens do campo, mulheres donas de casa, etc., não sentem diminuídas suas potencialidades físicas ao chegar à velhice, sentem sem dúvida que o seu cérebro permanece lúcido e seus desejos de realizar coisas gratificantes permanecem inalterados.

Apesar deles se sentirem muito bem, a sociedade lhes diz por meio da aposentadoria ou de outros sinais, que devem deixar seu trabalho para pessoas mais jovens e nova, que devem retirar-se. Em uma palavra é como se lhes dissessem: senhor, senhora não precisamos mais de você. Uma das primeiras necessidades de todo ser humano é de se sentir aceito, querido, acolhido, pertencente a algo e alguém, sentimentos estes que são a base da auto-estima.

A auto-estima consiste em saber-se capaz, sentir-se útil, considerar-se digno. Portanto, não pode haver auto-estima se a pessoa percebe que os demais prescindem dela. Assim via o velho Maslow, em sua famosa pirâmide de necessidades, aonde descrê um processo que denominou auto-realização e que consiste no desenvolvimento integral das possibilidades pessoais. Auto-estima consiste nas atitudes do indivíduo consigo mesmo. Quando as atitudes que ele mantém consigo mesmo são positivas, falamos de bom nível ou de alto nível de auto-estima.

Ao usar a palavra atitudes, já temos incluído o mundo dos afetos e sentimentos e não só o dos conhecimentos,  pois os componentes da atitude enceram grande variedade de elementos psíquicos. Daí que para a educação e formação das pessoas, nos interessa muito mais formar em atitudes porque assim asseguramos uma formação integral e não fracionária. Por isso que as atitudes se encontram integradas por fatores cognitivos, afetivo-emotivos e de conduta, é muito difícil mudá-las, pois têm raízes profundas na personalidade.

Por isso também, um adequado nível de auto-estima é garantia de que o indivíduo poderá fazer frente com dignidade a importantes contrariedades da vida: seu ânimo não decairá facilmente. Em vista disso, se uma pessoa que se sente bem, saudável e com forças, lhe dizemos que já não nos faz falta, é muito provável que influamos na deterioração de sua auto-estima ao faze-la entender que o grupo que o grupo pode prescindir dela, que a sua pertença a nós já não é tão evidente.

É como dizer-lhe que o apreço que sentíamos por ela era somente enquanto sua ajuda e presença nos era útil, mas agora as coisas mudam: tua presença já não nos é mais necessária porque já não nos  pode trazer nenhum benefício. O idoso saudável se sente desconcertado ante as experiências de sentido contrário: por um lado ele se sente bem e com vontade de trabalhar ma\s por outro lado a sociedade lhe diz que não tem mais necessidade dele.

É um duro golpe para a sua auto-estima, pois como dizíamos antes, uma das bases importantes para alimentá-la se encontra no sentido de pertença. Como manter este sentimento se me estão mandando mensagens de que podem prescindir de mim? Mas a auto-estima (inserida no sistema de atitudes da personalidade), é um todo muito complexo. Todo valor afetivo-emotivo que ela encerra, não se limita somente a efeitos anímicos (da alma), (o que já é bastante importante) senão que projeta suas múltiplas conseqüências também ao físico e ao somático.

Estudos modernos provam que o doente se recupera melhor se, além dos cuidados médicos e medicamentoso, conta também com toda essa rede de acolhimento que representa a mão terna e carinhosa disposta a dedicar-lhe um amor incondicional. Não só o doente se recupera melhor quando é atendido com amor, senão que, por causa do amor, uma pessoa pode permanecer mais imune à doença, do que aquela outra carente dessa experiência amorosa. Está demonstrado, por exemplo, que as pessoas com mais e melhores laços familiares sofrem menos resfriados do que as carecem deles.

 INTELIGÊNCIA EMOCIONAL E AUTO-ESTIMA

Nossos estudos indicam que as emoções positivas e negativas, influem na saúde mais do que se supunha até poucos anos e que se não possuímos um desenvolvimento afetivo étimo, não se desenvolve a inteligência; assim é que há uma relação direta entre o afeto e o desenvolvimento cerebral, intelectual. A inteligência depende da v ida da infância, quando se vai estruturando a pessoa. É interessante valorizar o afeto.

O jornalista Daniel Goleman acertou em chamar a atenção sobre a importância do tema emocional, mediante a publicação do seu conceituado livro, A Inteligência Emocional. Com este best-seller, tirou o tema do estrito claustro acadêmico, levando-o à compreensão das pessoas da rua. Hoje sabemos que a inteligência é muito mais do que uma determinada função da mente humana, medida em termos de QI (quociente emocional).

O ser humano, na hora de atuar de alguma maneira e tomar decisões  não o faz tanto guiado pela sua inteligência cognitiva mas sobretudo por impulsos de suas emoções e sentimentos que devem ser guiados, orientados, controlados expressados mediante os ditados de uma sã inteligência emocional. Na hora de decidir sobre assuntos nos quais dos quais dependem a nossa vida (veja, por exemplo, o referente à escolha da companheira), não o fazemos guiados pelo frio intelecto e sim pela qualidade e intensidade dos sentimentos que nesses momentos nos enternece.

E quem nos ensinou a manejar esse mundo dos sentimentos e das emoções?

Desgraçadamente, as lições que recebemos nas escolas insistiram mais no mundo dos conhecimentos que no das emoções e somente um bom ambiente familiar pode servir de utilidade para o manejo desenvolto e positivo do mundo afetivo. O que acontece, se o mesmo ambiente familiar carece da solidez afetiva necessária?

Para viver bem az vida é necessária não só a inteligência cognitiva, como, também (e sobretudo) a inteligência emocional, aspecto de nossa personalidade que tão esquecido havíamos deixado. A auto-estima corre paralelamente com a inteligência emocional: as pessoas com melhor e mais adequada expressão de seus sentimentos e emoções são por sua vez, pessoas com maior sentimento de liberdade e autonomia, com melhores relações inter-pessoais, por isso mesmo, com maior nível de auto-estima.

Pois bem, uma das primeiras crises da idade madura é, comumente, uma crise de desgaste, desânimo e desilusão, pela experiência que vive o idoso ao ver-se, de repente, não aceito e isso sem razão objetiva alguma, pois ele se sente como ser vivo e capaz de servir. Esta é uma crise que é agudizada pelas perdas com as quais vai convivendo o idoso: perda do trabalho onde se sentia útil, perda dos companheiros de labuta mais jovens com os quais deixa de conviver e perda dos entes queridos e amigos que vão morrendo.

Já tenho mais entes queridos dentro desses túmulos do que aqui fora, me dizia um velho camponês do norte da Espanha, quando saiamos do cemitério no funeral de sua mãe. Caso essas perdas não sejam compensadas por meio de convenientes exercícios de Inteligência Emocional (bom manejo do campo afetivo-emotivo), não será nada raro que o idoso se sinta invadido de prejudiciais sentimentos negativos, que afetarão sua auto-estima, especialmente nas mulheres.

MODELO DE ENVELHECIMENTO E PARADIGMA DO CORPO JOVEM

Os parâmetros e valores culturais impositivos na sociedade pouco favorecem a auto-estima do idoso. O modelo cultural que impera entre nós, é um modelo simplista que imagina o desenvolvimento da vida em termos de começo, plenitude e decadência. Segundo esse esquema, o homem está condenado fatalmente a ser testemunha de sua própria decadência e necessariamente sua auto-estima será cada vez mais frágil e vulnerável.

Subsiste aqui uma ideologia físico-biologista que reduz o ser humano a pura conexão de células que obviamente vão envelhecendo e se deteriorando. É uma ideologia da velhice que é necessário superar. A razão e a afetividade não decaem no mesmo ritmo da decadência biológica e, ao contrário, crescem e se fortalecem no idoso saudável até o último dia de vida: Ensina-me Senhor, a saber aceitar o de cada dia; a saber caminhar pisando firme, para andar pelo Caminho que conduz à paz temporal e sobretudo, a eterna.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) define o “idoso sadio” como aquele indivíduo cujo estado de saúde se considera, não em termos de déficits e sim da manutenção das capacidades funcionais. Por outro lado, é importante lembrar que o mesmo envelhecimento das células cerebrais se produz mais lentamente que o de outras células do organismo, se  são mantidas ativas, razão pela qual se recomenda aprender algo novo em uma espécie de exercício intelectual.

Junto a essa mentalidade da “velhice” que acabamos de comentar, está presente em nossa sociedade, o que alguns autores chamam Paradigma do corpo jovem: o tipo de sociedade impositiva torna cada vez mais difícil a vida familiar de convivência tri geracional; o modelo de família que nos é apresentado por uma linda jovem esposa, um pequeno filho muito bonito e o cachorro.

Poucas vezes aparecem os avós nesse quadro. A esse sinal de marginalização familiar, o respeito dos idosos, se junta a preferência quase obsessiva dos nossos meios publicitários pelo corpo jovem como ideal estético. Mulheres e homens modelos devem ser, segundo esse esquema, gente jovem, com bonito corpo (excessivamente delgado) e muito distante de tudo que possa parecer rugas e defeitos de um corpo velho. Isso explica a\ grande oferta e demanda que em nossos tempos representa o mundo físico-culturista ao qual estão propensos tantos de nossos jovens e não tão jovens. É evidente que, em um ambiente assim, o homem e a mulher idosos sintam que não têm nada para oferecer: as pessoas de idade parecem pateticamente feias.

OLHANDO O TERCEIRO MILÊNIO – CONSTRUTORES DE ESPERANÇA

Ao terminar esse trabalho gostaria de apresentar alguns motivos de esperança que são por sua vez, desafios especiais para quem, a partir do mundo da saúde psíquica, desejarmos construir um mundo mais feliz e humano frente ao terceiro milênio que está começando.
 

A - Personalidade como projeto a terminar.

A pessoa pode chegar à terceira e quarta idade, ser idoso, ancião, velho ou como queiramos chamá-lo, e pode ser testemunha de sua deterioração física, ao mesmo tempo que mantém incólume seu crescimento psíquico. A melhor doutrina sobre a personalidade e o seu desenvolvimento nos ensina, há muitos anos, que essa está sempre em projeto, inacabada e que nunca para de crescer. Erik Erickson considera a velhice como a etapa da integração contra o desespero. A integridade é vista aqui como a disposição de defender a dignidade do próprio estilo de vida contra a ameaça física e econômica.

Alcançar a integridade consiste em haver conseguido alcançar um especial estado de espírito cujo componente especial é a auto-aceitação. Referindo-se a esse estado de espírito, Edmund Sherman diz que é a aceitação da realidade, a realidade de si mesmo e da própria vida, resultante do abandono das ilusões... Todavia, vários de nós não chegam a liberar-se de seus objetivos não realistas (que acariciam a miúdo sem sabe-lo) e os sentimentos de fracasso, frustração e decepção de si mesmo, que resultam

Conduzir a um estado de desespero.

O importante é que o indivíduo aceite e assuma o que ele é na verdade e não o que os elementos estressores e ansiógenos da sociedade pretendam lhe impor. Daí que seja necessário incluir em nossos programas universitários e de outras organizações, ois planos que permitam entregar a todo ser humano a formação que necessita para aprender a envelhecer. Isso significa, entre outras coisas, desenvolver a auto-estima e a aprender a manejar as próprias emoções (destreza emocional), pois isso contribui para uma melhor qualidade de vida. O êxito da velhice consiste em viver essa última etapa da vida, como um período de crescimento.

 
B- Sentido da felicidade humana e presença da morte.

Felicidade e morte parecem à primeira vista, dois termos mutuamente excludentes. A felicidade como anelo e aspiração de todo ser humano, é a motivação que está na base de todas as demais motivações; ela é a aspiração de todo homem e mulher, desde o nascimento até a morte. Mas a felicidade é possível quando durante a vida se inclui o horizonte da morte? A morte tem sentido quando a vida está cheia de sentido, o qual é correlato da felicidade. A felicidade não consiste só em estar bem sem estar fazendo alguma coisa que preencha a vida.

A felicidade é inseparável do sentido da vida e a morte dá sentido e valor a cada minuto da vida. O horizonte da morte nos obriga a selecionar bem os elementos que são vitais para a nossa vida e nos leva a organizar nossa escala de valores, diferenciando bem entre fins e meios, entre o que é importante para a vida e o que é apenas secundário. A perspectiva da morte nos ajuda a ser livres, a não nos apegarmos excessivamente às coisas que exercem domínio possessivo sobre as pessoas e podem afogar nossas ânsias de felicidade e liberdade.

O ser humano é mortal, porém sua vida está aberta à imortalidade, à pretensão de imortalidade. O qaue eu sou é mortal, mas quem eu sou consiste em pretender ser imortal. Todo mundo está convicto de que morrerá, mas ninguém pode estar seguro de que, com a morte, terminará absolutamente sua realidade. A certeza da morte não pode ser a segurança do aniquilamento. Do grau e do tipo de esperança em perdurar, depende o sentido da felicidade.

C – Educar para a vida e o amor.

O sentido da vida e a felicidade se originam  desse sentido de amor que se encontra alojado na essência do ser humano: a condição humana, segundo o filósofo Julián Marias reside no homem intrinsecamente amoroso, é realidade amorosa. Só se sentem realizadas as pessoas capazes de amar em uma entrega generosa. A condição intrínseca do amor é a permanência, o amor nunca morre e se projeta para sempre sobre a pessoa amada.

O amor é mais forte do que a morte, disse a Bíblia (Cnt. 8,6). Parece comprovado que os homens e mulheres que mais amam são os que vivem melhor o sentido da vida e da morte e os que maior proveito obtém de suas pretensões de imortalidade. Por isso nesse mundo, quando se perde um grande amor, a conseqüência capital é que se ama menos todo o resto e perde-se o interesse de continuar vivendo. É necessário poder amar sempre e por isso mesmo, é necessário viver depois da morte para que o amor não tenha fim.

Baseados no sentido da vida, que é satisfeito pelo amor incondicional, o desafio que hoje nos anima a construir uma sociedade de todas as gerações, aonde velhos e jovens tenham igual lugar. Seria um desperdício e um esbanjamento prescindir dos idosos que são um capital humano cada vez mais necessário para ajudar os jovens a desenvolver-se e realizar-se como pessoas.

Os valores voltam a ficar na moda e as reformas educacionais de muitos países, com seus famosos valores transversais nos lembram essa verdade. Desde a cosmovisão, será possível começar o novo século com uma perspectiva mais amorosa e fomentar, tanto a educação institucionalizada (escolas), como desde a informal e as famílias, toda uma ambientação globalizada que nos leve a valorizar seriamente os carismas dos idosos saudáveis: Gratuidade, nem tudo pode se medir com o parâmetro da eficiência; perante uma sociedade demasiado ocupada, necessitamos do testemunho gratuito de amor procedente dos idosos.

Memória: recordar as próprias raízes, é ser fiel a si mesmo; caso se perca o sentido da história, perde-se a própria identidade. O diálogo entre gerações permitirá guardar viva a memória, para que não se repitam os erros do passado e nos animemos com os seus acertos. Experiência: a técnica e a ciência não podem substituir a experiência. Hoje vivemos com muita pressa, agitação, precipitação e neuroses.

O idoso capta bem a superioridade do ser e a de fazer e ter: sua presença permite uma visão mais completa da vida e nos ajuda a valorizar a simplicidade, o silêncio e a contemplação. Dos carismas próprios da velhice, podemos obter elementos válidos para a humanização do terceiro milênio. Todos somos necessários: ninguém está sobrando na\ humanista universalidade do amor.

 

 

Comments

( 5 comments — Leave a comment )
(Anonymous)
Sep. 10th, 2011 01:49 am (UTC)
Realmente gosto de sites de seus dados na web ! Sem dúvida, uma bela fonte de conhecimento que é extremamente útil. Continuar a manter a publicação e que eu vou continuar a leitura através da utilização de ! Cheers .
noelizapsy
Sep. 11th, 2011 09:25 pm (UTC)
:)
Que comentário bom de ler! Obrigada
noelizapsy
Dec. 18th, 2011 04:25 pm (UTC)
Obrigada!!!
Agradeço a atençao em me dar o feedback.
(Anonymous)
Sep. 21st, 2011 08:34 pm (UTC)
Realmente blog informativo aqui meu amigo. Eu só queria comentar e dizer que manter a qualidade do trabalho. Eu tenho bookmarked seu blog só agora e eu vou voltar para ler mais no futuro, meu amigo! Ainda bem escolhidas cores sobre o tema que vai bem com o blog na minha modesta opinião:)
noelizapsy
Sep. 23rd, 2011 01:21 am (UTC)
Mais uma vez obrigada pelo estímulo!
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